Prove a brecha — antes que ela vire roubo.
Para o CISO e o fundador técnico de exchanges, custodiantes e plataformas Web3: agentes especializados do Defender360 provam onde um atacante acessa saldo alheio, manipula valor ou burla a lógica de saque, vigiam a dark web quando credenciais dos seus usuários vão à venda e entregam um laudo verificável publicamente — registrado em blockchain.
Quero ver o Defender360 em açãoDemonstração gratuita, sem compromisso e sem instalar nada no seu ambiente.
Agende sua demonstração
Veja a plataforma, a vigilância de dark web e o laudo verificável de perto. Responde o time que decide: CISO, head of security ou fundador técnico.
Demonstração gratuita e sem compromisso
Do início do scan ao primeiro relatório em ~20 minutos — cada achado com prova de exploração reproduzível e reavaliação contínua, porque sua superfície muda a cada release, não uma vez por ano.
Em cripto, a distância entre uma brecha e o roubo de fundos é de minutos. Um scanner só lista a brecha.
Sua plataforma move valor 24/7 e é o alvo mais cobiçado da internet: APIs de trading, carteiras, painel admin, integrações com custodiantes e provedores de liquidez. Uma única porta aberta não gera um vazamento reversível — gera uma transferência irreversível. Não existe estorno on-chain. Não existe "recuperar a senha". O que sai, saiu.
E essa superfície muda todo dia. Cada release, cada nova rota de API, cada subdomínio que sobe em produção reabre risco — e ninguém está olhando entre uma auditoria e outra. Pior: enquanto seu time dorme, credenciais de usuários e chaves de acesso da sua organização podem já estar à venda em fóruns criminosos e canais fechados, sendo negociadas antes do primeiro sinal de invasão.
Um scanner lista centenas de possibilidades; ele não prova que um usuário acessa o saldo ou a ordem de outro, que a lógica de saque pode ser burlada ou que um valor pode ser manipulado. "Confirmado", num scanner, é correlação — com fundos em jogo, lista não basta. E auditar o smart contract não fecha esse buraco: o contrato pode estar impecável enquanto a porta de entrada é uma credencial vazada, uma API mal configurada ou um fornecedor comprometido.
Some a isso a regulação que exige postura demonstrável — o marco legal (Lei 14.478), a supervisão da CVM, a LGPD e, para quem opera na Europa, o MiCA — e a pergunta que fica é a mais dura de todas: onde eu sou explorável agora — e alguém já provou? Porque aqui o custo do silêncio não é multa: é fundos que não voltam e confiança que não se reconstrói.
Defender360: prove a exploração — antes que o atacante prove por você.
O Defender360 orquestra agentes especializados que provam a exploração — acesso indevido a saldo, manipulação de valor, burla da lógica de saque —, vigiam a dark web e revalidam a correção, sempre no escopo autorizado. A IA prioriza pelo risco de perda de fundos, conecta os achados provados em cadeias de ataque mapeadas no MITRE ATT&CK e transforma cada resultado em laudo imutável, registrado em blockchain e verificável por qualquer um.
Descobre, prova, vigia e comprova — em quatro movimentos.
Descobre a superfície que move valor
Os agentes descobrem automaticamente subdomínios, endpoints, APIs de trading, painéis admin e integrações expostas — inclusive o que sua equipe nem sabia que estava na internet — e reavaliam essa superfície a cada release, sempre no escopo autorizado.
Prova os vetores de roubo — e só confirma o que provou
Agentes especializados testam a exploração em 15 fases orquestradas, com 22 motores de análise, e só confirmam o que provaram: o acesso indevido a saldo ou ordem de outro usuário, o valor adulterado que o servidor honra, a lógica de saque burlada. Cada achado carrega prova de exploração reproduzível e a cadeia de ataque mapeada no MITRE ATT&CK — risco real, priorizado pelo que pode custar fundos, com o falso-positivo cortado.
Vigia a dark web, antes da invasão
Monitoramento contínuo de fóruns criminosos, canais fechados e bases de credenciais vazadas. Quando uma credencial de usuário, uma chave de acesso ou uma menção à sua marca aparece à venda, você é avisado antes de o ataque acontecer — não depois de os fundos saírem.
Comprova em laudo on-chain e revalida a correção
Cada achado vira um laudo certificado com timestamping ICP-Brasil e registro em blockchain: imutável, verificável por qualquer parte, com trilha de auditoria completa. Corrigiu, os agentes revalidam o vetor e comprovam o fechamento; mudou o código, a análise reabre sozinha — a prova que sustenta due diligence, parceiro bancário e supervisão fica sempre atual.
O que muda quando a confiança para de ser palavra e vira prova verificável.
Telas reais do portal Defender360 Security AI.


Cada achado chega priorizado pelo risco de perda de fundos e provado: severidade, CVSS, fase do teste, análise de explorabilidade e probabilidade de falso-positivo — com a prova de exploração reproduzível, retest e abertura de ticket a um clique.


Pacotes de evidência mapeados automaticamente para ISO 27001, PCI DSS, LGPD, HIPAA e NIST CSF — a prova de postura que parceiro bancário, investidor e regulador pedem, mantida viva pelo loop contínuo, porque no cripto o roubo não tem estorno.
Por que uma exchange, um custodiante ou um protocolo Web3 escolhe o Defender360.
Acesso indevido a saldo ou ordem, provado
Teste autenticado que prova quando um usuário acessa o saldo ou a ordem de outro — a falha de autorização que é o vetor clássico de roubo em plataformas cripto. Provado, não teórico: você fecha o caminho direto para o desvio de fundos antes que alguém o explore.
Manipulação de valor e lógica de saque, provadas
Teste empírico que só confirma quando o servidor honra um valor adulterado — preço, taxa, montante de saque. É a fraude de lógica de negócio que um scanner não prova; você a bloqueia antes que ela drene saldo e vire prejuízo irreversível.
Credenciais e chaves na dark web, antes do roubo
Monitoramento contínuo de fóruns criminosos, canais fechados e bases de credenciais e chaves vazadas: quando algo seu aparece à venda, você é avisado antes de o atacante agir. É a janela em que o roubo é gestado sendo fechada — antes do account takeover e do saque não autorizado.
Laudo em blockchain, verificável por qualquer um
Timestamping ICP-Brasil e registro em blockchain: a prova de que você testou (e quando) é imutável e se verifica sem depender da sua palavra — conferível pela sua comunidade, pelo regulador e pelo parceiro. Você fala a língua que o cripto respeita, on-chain, e transforma segurança em ativo de confiança em toda due diligence, parceria e rodada.
Terceiros e integrações no radar, com o loop fechado
Vigilância da superfície exposta por integrações, provedores de liquidez, custodiantes parceiros e SDKs — o elo mais fraco entra no radar. E o loop se fecha: após cada correção, os agentes revalidam o vetor; a cada release, a reavaliação reabre sozinha. Você fecha a porta dos maiores ataques a Web3 e prova que ela ficou fechada.
Conecta com as ferramentas que você já usa
SIEM, atendimento, colaboração e mensageria — sem desenvolvimento.
Empresas que transformaram sua operação


Consolidamos a operação de TI e o monitoramento de conformidade numa plataforma só. O que exigia várias ferramentas e planilhas hoje tem rastreabilidade completa — e a visibilidade para auditoria mudou de patamar.
Érito Neto
CPTO — Diretor de Produto & Tecnologia · OZ Câmbio


O atendimento de TI deixou de viver em e-mail e planilha. Chamados, SLA e ativos passaram a andar juntos e o time parou de apagar incêndio. O suporte em português e o contexto brasileiro fizeram diferença real.
Giovandro Reis Tavares
Diretor de Negócios · View FS


Como instituição regulada, precisávamos de controle e rastreabilidade de verdade na operação de TI. Centralizar chamados, ativos e conformidade em uma plataforma só nos deu a governança e a visibilidade que a diretoria e os reguladores exigem.
Rafael Ferrão, CFA
Managing Director — Diretor de Negócios · Banco Caixa Geral Brasil
As perguntas que todo head of security de cripto faz — respondidas.
Segurança é o nosso core. Temos time forte e já auditamos nossos smart contracts.
E deve continuar tendo — o Defender360 não substitui seu time nem sua auditoria de contrato, ele os complementa. A auditoria de contrato olha o on-chain num momento; ela não prova a exposição off-chain — APIs, carteiras, admin, lógica de saque —, não vigia a superfície que muda a cada release nem detecta a credencial de operador à venda na dark web. É justamente aí que os maiores roubos aconteceram — e é isso que os agentes provam, sem tomar o lugar de ninguém.
Já fazemos pentest. Não basta?
A foto de um dia não cobre o ano inteiro, e no cripto a superfície muda mais rápido que em qualquer setor. Entre um pentest e o próximo, cada mudança de código reabre risco e cada credencial vazada abre uma porta. O Defender360 mantém o loop vivo — descobre, prova, prioriza e revalida a cada release — com a evidência pronta a qualquer momento, não só na véspera da auditoria.
Testar a exploração não coloca fundos em risco?
Não. A demonstração acontece em ambiente de exemplo, e qualquer avaliação no seu ambiente roda estritamente no escopo que você autorizar, de forma controlada — fundos de produção não são tocados sem autorização explícita. Você vê o vetor provado sem correr o risco que ele representa.
Como um laudo me ajuda numa due diligence ou com um parceiro bancário?
Porque cada achado vem com a prova de exploração reproduzível, e o laudo é imutável e verificável publicamente: timestamping ICP-Brasil + registro em blockchain provam o que foi testado e quando, sem depender da sua palavra. É a evidência que um banco, um investidor ou um regulador aceita — do jeito que o cripto entende confiança: on-chain e sem adulteração.
Ver a plataforma exige instalar algo ou liberar acesso à minha infraestrutura?
Não. A demonstração acontece em ambiente de exemplo — você vê a plataforma, a vigilância de dark web e o laudo verificável de perto sem instalar nada e sem liberar nenhum acesso. Uma avaliação no seu próprio ambiente só acontece quando (e se) você decidir avançar, sempre no escopo autorizado.
O atacante de cripto é o mais motivado do mundo. Prove a brecha antes dele.
Você não precisa esperar o próximo incidente — ou a próxima due diligence — para descobrir onde está exposto. Em uma demonstração, você vê como o Defender360 prova os vetores de roubo (acesso a saldo alheio, manipulação de valor, lógica de saque), vigia credenciais e chaves à venda na dark web, prioriza pelo risco de perda de fundos e entrega um laudo verificável publicamente — registrado em blockchain.
Se a sua segurança hoje depende de confiar que o time dá conta, você sai da conversa sabendo exatamente o que ganharia com a exploração provada e o loop contínuo — a evidência que vale em toda mesa de parceria, banco e captação. Nos dois cenários, você troca "achamos que estamos seguros" por algo que qualquer um pode verificar.
Agendar minha demonstraçãoGratuita. Sem instalação no seu ambiente. Sem compromisso.

