Para energia, petróleo, utilities e infraestrutura crítica

Prove onde o ataque chega — antes que ele pare a operação.

Para o CISO e o líder de OT de energia, petróleo, utilities e saneamento: agentes especializados descobrem a superfície TI e o perímetro OT, provam a progressão do ataque até onde ela ameaça a continuidade — mapeada ao MITRE ATT&CK — e vigiam a dark web quando credenciais de operadores vão à venda. Sempre no escopo que você autorizar.

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Veja a plataforma e o laudo certificado de perto, em ambiente de exemplo — nada toca a sua rede de operação. Responde o time que decide: CISO, líder de OT ou liderança de risco e continuidade.

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Demonstração gratuita e sem compromisso

IEC 62443ISO 27001NIST CSFNIS2 (UE)Laudo com ICP-Brasil + blockchain

Do início do scan ao primeiro relatório em ~20 minutos — exploração provada, cadeia de ataque mapeada ao MITRE ATT&CK e reavaliação contínua, não uma foto de auditoria que envelhece.

Na infraestrutura crítica, o risco não é uma lista de falhas. É o caminho até parar a operação.

Sua empresa opera plantas, subestações, dutos ou sistemas de distribuição. A tese sempre foi a mesma: o ambiente industrial é segregado, air-gapped, intocável. Mas a convergência TI/OT já aconteceu — acesso remoto de manutenção, jump hosts, VPNs de fornecedor, estações de engenharia com saída para a internet, e-mail corporativo que fala com a rede de operação. O "air gap" virou membrana, e ninguém fez o mapa de onde ela tem furo.

E um scanner não resolve: ele lista centenas de falhas isoladas, mas não mostra qual sequência leva de um phishing na TI até o sistema que controla a operação — e não prova nenhuma delas. Enquanto isso, cada fornecedor de automação, cada integrador, cada acesso terceirizado é um passo possível na cadeia de um atacante, e uma credencial de operador ou de executivo vazada na dark web é a porta de entrada mais usada. Entre uma auditoria e outra, essa superfície muda todo dia e ninguém está olhando.

E aqui o custo é diferente de qualquer outro setor. Um ataque não gera só multa e má reputação: ele para a produção, interrompe a distribuição, compromete o abastecimento. Vira risco físico, risco de segurança de pessoas e risco nacional. Quando o board pergunta "estamos protegidos?", quando a seguradora exige comprovação e o regulador cobra continuidade, a resposta não pode ser uma planilha de CVEs. A pergunta certa é: "qual caminho um atacante percorreria até a operação — e ele está aberto agora?"

Defender360: da lista de falhas à cadeia de ataque provada até o impacto operacional.

O Defender360 orquestra agentes especializados que descobrem a superfície TI e o perímetro OT — sempre no escopo autorizado —, provam a exploração, encadeiam a progressão do atacante em cadeias mapeadas ao MITRE ATT&CK (precondição, ação, resultado) e priorizam pelo impacto operacional, não pelo volume. Ao corrigir, revalidam o vetor. E cada resultado vira um laudo imutável, verificável publicamente e pronto para board, seguradora e regulador.

Lista de CVEs que ninguém consegue priorizar
Cadeia de ataque provada até o impacto na operação, mapeada ao MITRE ATT&CK
Foto pontual que envelhece na gaveta
Loop contínuo: descobre, prova, prioriza e revalida a cada mudança
Enxurrada de alertas que ninguém trata
Prioridade pelo impacto na operação, com a exploração provada
"Achamos que o OT é isolado"
Evidência pronta para o board, a seguradora e o regulador

Descobre, prova, encadeia até o impacto e comprova — sem tocar no seu ambiente de operação.

1

Descobre a superfície TI e o perímetro OT

A plataforma descobre automaticamente subdomínios, endpoints, APIs, acessos remotos e serviços expostos na internet — inclusive o que sua equipe nem sabia que estava aberto no perímetro entre TI e OT — e reavalia essa superfície de forma contínua, sempre no escopo que você autorizar.

2

Prova a exploração

Os agentes validam e testam a exposição em 15 fases orquestradas e só confirmam o que provaram, com evidência reproduzível — sem tocar o ambiente OT fora do que foi autorizado. Você sabe o que é risco real, não teórico.

3

Encadeia até o impacto operacional

A IA conecta os achados em cadeias de ataque mapeadas ao MITRE ATT&CK — do acesso inicial ao movimento lateral — e mostra a sequência que leva ao sistema crítico. A prioridade é por continuidade: só o que pode parar sua planta chega ao topo.

4

Comprova e revalida

Cada achado vira um laudo certificado com timestamping ICP-Brasil e registro em blockchain — imutável, verificável, com trilha completa do que foi testado, quando e com qual resultado. Ao corrigir, os agentes revalidam o vetor: o caminho fechou? E a leitura certa chega a cada público — time, board, seguradora e regulador.

O que muda quando a evidência para de ser promessa.

Telas reais do portal Defender360 Security AI.

Cada achado chega priorizado pelo impacto na operação e validado: severidade, CVSS, fase do teste, análise de explorabilidade e probabilidade de falso-positivo — com retest e abertura de ticket a um clique.

Cada achado chega priorizado pelo impacto na operação e validado: severidade, CVSS, fase do teste, análise de explorabilidade e probabilidade de falso-positivo — com retest e abertura de ticket a um clique.

Pacotes de evidência mapeados automaticamente para NIST CSF, ISO 27001, PCI DSS, LGPD e HIPAA — a evidência pronta para exportar quando o órgão regulador, a seguradora ou o auditor pedir.

Pacotes de evidência mapeados automaticamente para NIST CSF, ISO 27001, PCI DSS, LGPD e HIPAA — a evidência pronta para exportar quando o órgão regulador, a seguradora ou o auditor pedir.

Por que uma operação de infraestrutura crítica escolhe o Defender360.

A cadeia de ataque até a operação, provada

Progressão encadeada — TI, convergência, perímetro OT — mapeada ao MITRE ATT&CK, com cada passo provado, não presumido. Você vê o caminho real em vez de falhas soltas: fecha o vetor que de fato leva à indisponibilidade e explica o risco ao board como impacto, não como CVE.

Credenciais de operadores na dark web

Quando a senha de um operador, de um engenheiro de automação ou de um executivo aparece à venda em fóruns criminosos, você é avisado antes de o ataque começar. Você bloqueia o acesso inicial — a porta de entrada mais usada — em vez de responder à invasão depois.

Terceiros e acesso remoto sob vigilância

Avaliação da exposição associada a fornecedores de automação, integradores e acessos terceirizados, com análise de cadeia de suprimentos e de código (SBOM). O elo que você menos controla entra no radar — e você fecha a porta pela qual os maiores ataques ao setor efetivamente entraram.

Prioridade pelo impacto operacional, com exploração provada

A IA prioriza pelo risco de parar a operação, corta falso-positivo e só confirma o que os agentes provaram de forma controlada. Seu time escasso trata primeiro o que ameaça a continuidade, não persegue ruído — e o tempo entre descobrir e remediar o que pode derrubar a planta cai.

Laudo imutável para board, seguradora e regulador — e correção comprovada

Timestamping ICP-Brasil e registro em blockchain: a prova de que você testou (e quando) não pode ser adulterada. E o loop fecha: após a correção, os agentes revalidam o caminho, e cada mudança na superfície dispara re-teste. Você comprova diligência na renovação do seguro cibernético e sustenta a resposta ao regulador com evidência, não com opinião.

Conecta com as ferramentas que você já usa

SIEM, atendimento, colaboração e mensageria — sem desenvolvimento.

SplunkMicrosoft SentinelJiraServiceNowGitHubSlackMicrosoft TeamsTelegramWhatsApp
O que nossos clientes dizem

Empresas que transformaram sua operação

OZ Câmbio

Consolidamos a operação de TI e o monitoramento de conformidade numa plataforma só. O que exigia várias ferramentas e planilhas hoje tem rastreabilidade completa — e a visibilidade para auditoria mudou de patamar.

OZ

Érito Neto

CPTO — Diretor de Produto & Tecnologia · OZ Câmbio

View FS

O atendimento de TI deixou de viver em e-mail e planilha. Chamados, SLA e ativos passaram a andar juntos e o time parou de apagar incêndio. O suporte em português e o contexto brasileiro fizeram diferença real.

VF

Giovandro Reis Tavares

Diretor de Negócios · View FS

Banco Caixa Geral Brasil

Como instituição regulada, precisávamos de controle e rastreabilidade de verdade na operação de TI. Centralizar chamados, ativos e conformidade em uma plataforma só nos deu a governança e a visibilidade que a diretoria e os reguladores exigem.

BC

Rafael Ferrão, CFA

Managing Director — Diretor de Negócios · Banco Caixa Geral Brasil

As perguntas que todo líder de OT e de risco faz — respondidas.

Nosso ambiente OT é isolado / air-gapped. Isso é problema meu?

Air gap virou membrana. Acesso remoto de manutenção, VPN de fornecedor, jump hosts, estação de engenharia com saída para a internet e e-mail corporativo que conversa com a operação já furaram o isolamento — e é por aí que os ataques ao setor entram. O Defender360 mapeia exatamente essa superfície de TI e do perímetro OT exposta na internet e prova qual sequência chega até a operação — sem instalar nada e sem tocar no seu ambiente industrial. Você descobre onde a membrana tem furo antes que alguém encontre por você.

Não vamos rodar teste ativo no nosso ambiente OT.

E não rodamos — fora do que você autorizar. O teste ativo acontece na superfície TI e no perímetro exposto, em escopo definido com você; o ambiente OT nunca é tocado sem autorização explícita. Você vê o caminho de risco provado sem risco à operação.

Já temos SOC e ferramentas de segurança. Isso não é só mais um alerta?

Ferramentas isoladas listam falhas em pedaços; o Defender360 prova a cadeia inteira e entrega prioridade e evidência. A IA prioriza pelo risco de parar a operação, corta falso-positivo e só avisa o que os agentes provaram — então só o que pode derrubar a planta chega, com o laudo que comprova. É menos ruído, não mais, sem exigir mais gente sênior de segurança ou de OT.

Como confio num laudo para levar ao board, à seguradora e ao regulador?

Porque ele é imutável e verificável publicamente — timestamping ICP-Brasil + registro em blockchain — e cada passo da cadeia de ataque carrega a prova da exploração. É evidência que se sustenta na renovação da apólice e na fiscalização, não uma declaração de boa-fé.

Ver a plataforma exige instalar algo ou liberar acesso à operação?

Não. A demonstração acontece em ambiente de exemplo — você vê a plataforma, as cadeias de ataque e o laudo de perto sem instalar nada, sem liberar nenhum acesso e sem que nada toque a sua rede de operação. Uma avaliação no seu próprio ambiente só acontece quando (e se) você decidir avançar — e, mesmo então, no escopo que você autorizar, nunca dentro do ambiente industrial sem autorização explícita.

O caminho até a sua operação existe. A pergunta é se você o vê antes do atacante.

Você não precisa esperar o próximo incidente — ou a próxima renovação de seguro — para descobrir por onde um ataque chegaria à sua operação. Em uma demonstração, você vê como o Defender360 mapeia a superfície de TI e do perímetro OT, prova a cadeia de ataque até o impacto operacional e entrega um laudo certificado — imutável e pronto para board, seguradora e regulador. Tudo em ambiente de exemplo, sem instalar nada e sem tocar na sua rede de operação.

Se a sua tese hoje é "nosso OT é isolado", você sai da conversa sabendo exatamente o que verificar — e o que só se descobre provando. Nos dois cenários, você troca "achamos" por prova — antes que uma parada faça a pergunta por você.

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