Para SaaS e empresas de tecnologia

Cada deploy dispara o re-teste. A prova acompanha o seu release.

Para o CTO e a liderança de engenharia de SaaS e scale-ups: agentes especializados vigiam a superfície do seu produto, provam a exploração a cada mudança de código e revalidam o que foi corrigido — com evidência pronta para SOC 2, ISO 27001 e due diligence. Para o funil enterprise não travar por falta de prova.

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Veja a plataforma rodando e a evidência verificável de perto. Responde o time que decide: CTO, head de engenharia ou CISO.

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Demonstração gratuita e sem compromisso

Evidência alinhada a SOC 2ISO 27001LGPDLaudo verificável publicamente

Do início do scan ao primeiro relatório em ~20 minutos — 15 fases, 22 motores de análise e re-teste por mudança de código. Contínuo, não evento único.

Seu produto muda toda semana. Sua prova de segurança, uma vez por ano.

Você faz deploy contínuo. Todo release publica código novo, sobe um subdomínio, expõe uma API — e cada mudança reabre uma porta que o pentest do ano passado nunca viu. Entre uma auditoria e outra, sua superfície fica no escuro: subdomínios de staging esquecidos na internet, endpoints recém-publicados sem validação, credenciais de desenvolvedores à venda na dark web, dependências herdando vulnerabilidades que você nem sabe que carrega.

O scanner no CI/CD encontra bug no seu código — mas ele lista, não prova. Não valida a exploração na superfície externa, não encadeia o ataque, não revalida depois da correção e não gera o laudo que o auditor aceita. E "confirmado", num scanner, costuma ser correlação, não exploração.

E quando o negócio depende disso, o custo aparece de uma vez: um cliente enterprise pede o relatório SOC 2 no meio do ciclo de vendas e o deal congela. O questionário de segurança de 300 linhas chega e a engenharia para o roadmap para responder. A due diligence abre — e a falta de evidência contínua vira desconto no valuation. O pentest anual é uma foto. Seu risco é um filme.

De foto anual que envelhece à segurança contínua que prova a cada deploy.

O Defender360 orquestra agentes especializados que vigiam a superfície do seu SaaS, provam a exploração a cada mudança de código, encadeiam o ataque (MITRE ATT&CK) e revalidam a correção — entregando evidência verificável para o auditor SOC 2, o comprador enterprise e a due diligence.

Pentest-foto que envelhece no dia seguinte
Vigilância contínua com re-teste a cada release
Fila de alertas que ninguém trata
Prioridade por risco de negócio, com a exploração provada
"Achamos que estamos seguros"
Evidência reproduzível pronta para board, auditor e comprador
Due diligence que trava o funil
Prova de segurança que acelera o fechamento

Descobre, prova, encadeia e revalida — a cada release.

1

Descobre o que você nem sabe que expôs

A plataforma parte de um domínio raiz e mapeia sozinha toda a superfície: subdomínios, endpoints, APIs e serviços expostos. A cada poucas horas — e a cada mudança de código — reavalia, porque a sua superfície muda a cada deploy.

2

Prova como um atacante provaria

Os agentes validam aplicações web, APIs, infraestrutura, código, dependências e cloud em um pipeline de 15 fases — e só marcam como confirmado o que provaram, com requisição/resposta real e payload. A validação ativa separa risco real de risco teórico e corta o falso-positivo.

3

Encadeia e traduz (MITRE ATT&CK)

A plataforma conecta os achados em uma cadeia de ataque mapeada ao MITRE ATT&CK, prioriza por risco de negócio (não por volume) e traduz por audiência: a leitura técnica para a engenharia, a executiva para o board, a de conformidade para o auditor.

4

Revalida e comprova

Ao marcar um achado como corrigido, os agentes re-rodam o mesmo vetor ("o fix fechou o caminho?") — e um push no repositório pode disparar o re-teste. Cada resultado vira um laudo imutável e verificável publicamente, pronto para SOC 2, ISO 27001 e due diligence.

Resultados de quem já parou de operar no escuro.

Telas reais do portal Defender360 Security AI.

Cada achado chega priorizado e validado: severidade, CVSS, fase do teste, análise de explorabilidade e probabilidade de falso-positivo — com retest e abertura de ticket a um clique, direto no fluxo da engenharia.

Cada achado chega priorizado e validado: severidade, CVSS, fase do teste, análise de explorabilidade e probabilidade de falso-positivo — com retest e abertura de ticket a um clique, direto no fluxo da engenharia.

Evidências mapeadas automaticamente para ISO 27001, PCI DSS, LGPD, HIPAA e NIST CSF — a mesma base que acelera a preparação de auditorias como SOC 2 e a resposta à due diligence.

Evidências mapeadas automaticamente para ISO 27001, PCI DSS, LGPD, HIPAA e NIST CSF — a mesma base que acelera a preparação de auditorias como SOC 2 e a resposta à due diligence.

O que o scanner do seu CI não entrega.

Prova reproduzível, não descrição

Cada achado carrega requisição/resposta real, payload, parâmetro afetado e vetor CVSS, com grau de qualidade honesto — e a exploração validada, não inferida por correlação. Seu time fecha o debate "isso é real?" em segundos e leva prova ao auditor, não achismo.

Re-teste por mudança de código

Um push no repositório pode disparar o re-teste da superfície, e a plataforma revalida o vetor após a correção. A segurança acompanha o seu ritmo de deploy, sem virar gate manual — você prova segurança em cada release e responde "o fix fechou?" com dado.

Vigilância contínua da superfície externa e da dark web

Descoberta e reavaliação automática de subdomínios, APIs e serviços expostos, a cada poucas horas, mais o monitoramento de credenciais vazadas de devs e executivos. O staging esquecido e a senha à venda não passam despercebidos — você fecha a janela cega entre deploys.

Laudo verificável para due diligence, SOC 2 e ISO 27001

Laudo imutável, com time-stamp certificado, registro verificável publicamente e trilha de auditoria completa — a evidência não depende da sua palavra. Você responde due diligence e auditoria em horas, não semanas, e destrava o funil enterprise sem parar o roadmap.

Segurança das suas features de IA

Cobertura das novas classes de risco de aplicações com IA e agentes: injeção de prompt direta e indireta, uso inseguro de ferramentas, envenenamento de base de conhecimento e exaustão de custo. Você testa a superfície que os scanners tradicionais nem enxergam — e transforma isso em argumento de venda para o comprador enterprise.

Conecta com as ferramentas que você já usa

SIEM, atendimento, colaboração e mensageria — sem desenvolvimento.

SplunkMicrosoft SentinelJiraServiceNowGitHubSlackMicrosoft TeamsTelegramWhatsApp
O que nossos clientes dizem

Empresas que transformaram sua operação

OZ Câmbio

Consolidamos a operação de TI e o monitoramento de conformidade numa plataforma só. O que exigia várias ferramentas e planilhas hoje tem rastreabilidade completa — e a visibilidade para auditoria mudou de patamar.

OZ

Érito Neto

CPTO — Diretor de Produto & Tecnologia · OZ Câmbio

View FS

O atendimento de TI deixou de viver em e-mail e planilha. Chamados, SLA e ativos passaram a andar juntos e o time parou de apagar incêndio. O suporte em português e o contexto brasileiro fizeram diferença real.

VF

Giovandro Reis Tavares

Diretor de Negócios · View FS

Banco Caixa Geral Brasil

Como instituição regulada, precisávamos de controle e rastreabilidade de verdade na operação de TI. Centralizar chamados, ativos e conformidade em uma plataforma só nos deu a governança e a visibilidade que a diretoria e os reguladores exigem.

BC

Rafael Ferrão, CFA

Managing Director — Diretor de Negócios · Banco Caixa Geral Brasil

O que o seu time de engenharia vai perguntar.

Já rodamos scanners no CI/CD e temos bug bounty. Não basta?

Ótimo — e continue. O scanner no CI lista o que vê no seu código antes do merge; o bug bounty depende de alguém de fora achar e reportar. Nenhum dos dois prova a exploração na sua superfície externa, revalida a correção ou entrega o laudo verificável que o auditor SOC 2 e a due diligence exigem. O Defender360 cobre exatamente essa lacuna: fora do código, contínuo, com prova reproduzível — e re-teste a cada mudança de código.

Meu time é enxuto, não tenho gente para operar mais uma ferramenta.

Esse é o ponto. Os agentes fazem o trabalho pesado — descoberta, prova, priorização e tradução — com o primeiro relatório em cerca de 20 minutos. Seu time recebe só o que é risco real, já provado e explicado, e mantém a decisão de correção. É menos trabalho de segurança para a engenharia, não mais.

Vai virar mais uma fila de alertas que ninguém trata?

Não. A validação ativa corta falso-positivo, ordena por risco de negócio e prova a exploração antes de te avisar. Você não recebe volume — recebe o punhado que realmente importa, com o porquê e com a evidência.

Como confio no relatório na frente de um auditor ou investidor?

Porque o laudo é imutável e verificável publicamente, com time-stamp certificado, e cada achado carrega prova reproduzível. Não é a nossa palavra: qualquer parte — auditor, comprador, investidor — confere a integridade, a data e a evidência por conta própria.

Avaliar exige instalar algo, liberar acesso ou um projeto de meses?

Não. A demonstração acontece em ambiente de exemplo — você vê a plataforma, a prova por achado e o laudo de perto sem instalar nada e sem liberar nenhum acesso. Uma avaliação no seu próprio ambiente só acontece quando (e se) você decidir avançar — e mesmo ela começa pela superfície externa, sem agente.

Pare de provar segurança uma vez por ano. Prove a cada release.

Seu produto entrega continuamente. Sua segurança e sua evidência deveriam acompanhar. Em uma demonstração, você vê como o Defender360 mapeia a superfície de ataque, prova o que é risco real de negócio, revalida a correção a cada mudança de código e gera evidência verificável — pronta para SOC 2, ISO 27001 e a próxima due diligence.

Se hoje a sua prova de segurança é o pentest do ano passado e um questionário respondido na véspera, você sai da conversa sabendo exatamente o que mudar. Nos dois cenários, você troca "achamos que estamos seguros" por prova.

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