A exposição de dados de paciente — provada, antes do vazamento.
Para o CISO e o DPO de saúde: agentes especializados descobrem onde o dado de paciente está exposto, provam o acesso indevido antes do incidente, alertam quando prontuários e credenciais vão à venda na dark web e entregam evidência de diligência pronta para a ANPD e o board — sem ameaçar a disponibilidade do atendimento.
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Veja a plataforma rodando e o laudo de diligência de perto. Responde o time que decide: CISO, DPO ou liderança de tecnologia.
Demonstração gratuita e sem compromisso
Do início do scan ao primeiro relatório em ~20 minutos — cada achado com prova reproduzível e reavaliação contínua, não uma foto anual.
Dado de saúde é dado sensível. E o scanner só lista — ele não prova quem consegue acessá-lo.
Na saúde, os dados que você guarda são os mais sensíveis que existem: prontuários, exames, diagnósticos, histórico clínico. A LGPD os classifica como dados sensíveis — o padrão mais alto de diligência — e a fiscalização da ANPD cobra proporcionalmente, com sanção agravada.
E o vetor mais comum de vazamento na saúde — um usuário acessar o prontuário de outro paciente, por falha de autorização — nenhum scanner de superfície prova. Ele lista possibilidades; não demonstra a exposição, nem revalida se a correção fechou o risco. Na hora de comprovar diligência sobre dado sensível, lista não é prova.
Enquanto isso, a superfície só cresce: cada equipamento conectado, cada integração de laboratório, cada troca de dados com operadora e cada portal de agendamento abre uma nova porta — e boa parte delas você nem sabe que está exposta na internet. Prontuários e credenciais de médicos, funcionários e pacientes vazam na dark web sem ninguém perceber — e um login válido dispensa qualquer "invasão". E há uma restrição que é só sua: a disponibilidade do atendimento não pode parar — qualquer teste tem que respeitar isso.
E quando a ANPD bate à porta depois de um incidente, a pergunta é uma só: você consegue comprovar que agiu com diligência? Consultoria de adequação num relatório de um ano atrás não é evidência viva. A pergunta que importa é: "eu consigo provar que o dado do meu paciente está protegido — agora?"
Defender360: veja onde o dado de paciente escapa — e prove que o acesso está protegido.
O Defender360 orquestra agentes especializados num loop contínuo: descobrem a exposição de dados de saúde, provam o acesso indevido a dados de outro paciente antes do incidente, priorizam pelo impacto no atendimento e no dado sensível e revalidam a correção — sempre no escopo autorizado, sem ameaçar a disponibilidade. Em paralelo, vigiam a dark web onde prontuários e credenciais vão parar. O valor não está num modelo secreto, e sim na orquestração: 22 motores de análise separando risco real de ruído, em português, na linguagem de quem decide — e cada verificação vira evidência de diligência pronta para o board e a ANPD.
Descobre, prova, vigia a dark web e comprova — em quatro movimentos.
Descobre onde o dado de saúde está exposto
A partir de um domínio, o Defender360 mapeia subdomínios, portais de paciente, APIs de integração, sistemas de laboratório e serviços conectados expostos na internet — inclusive o que você não sabia. A superfície de um hospital muda toda semana; a plataforma acompanha, no escopo autorizado.
Prova o acesso indevido
Os agentes testam a exploração de forma controlada e só confirmam o que provaram — inclusive o teste autenticado que demonstra quando um usuário acessa o prontuário de outro paciente (falha de autorização), o vetor clássico de vazamento que o scanner não vê. Tudo respeitando a disponibilidade do atendimento.
Vigia a dark web
O monitoramento contínuo de fóruns criminosos, canais fechados e bases vazadas alerta quando prontuários ou credenciais de médicos, equipe e pacientes aparecem à venda — antes de virarem um login válido nas mãos do atacante.
Comprova e revalida
Cada teste vira registro com timestamping ICP-Brasil e ancoragem em blockchain: prova verificável publicamente, impossível de adulterar. Ao corrigir, os agentes revalidam o vetor — a diligência que a ANPD cobra fica viva o ano todo, traduzida para jurídico, board e regulador.
O que muda quando a diligência deixa de ser promessa.
Telas reais do portal Defender360 Security AI.


Cada achado chega priorizado pelo impacto no atendimento e validado: severidade, CVSS, fase do teste, análise de explorabilidade e probabilidade de falso-positivo — com retest e abertura de ticket a um clique.


Pacotes de evidência mapeados automaticamente para ISO 27001, PCI DSS, LGPD, HIPAA e NIST CSF — na saúde, isso significa LGPD de dados sensíveis e HIPAA Security Rule prontas quando o auditor ou a ANPD pedir.
O padrão de prova que o dado sensível exige.
Acesso indevido a dados de paciente, provado
Teste autenticado que prova quando um usuário acessa o prontuário de outro (falha de autorização) — a falha de privacidade que o scanner de superfície não vê. Você fecha a exposição de dado sensível antes que ela vire incidente reportável e sanção agravada.
Prontuários e credenciais na dark web
Monitoramento contínuo de fóruns criminosos, canais fechados e bases de credenciais vazadas: você descobre que um dado do seu paciente ou um login de médico está à venda antes do ataque — e age (e comunica) no prazo. Prevenção, não gestão de crise.
Terceiros e integrações de saúde no radar
O dado é seu, e o risco do fornecedor do sistema de prontuário ou de laboratório é herdado por você. O Defender360 avalia a exposição dessa cadeia de terceiros e integrações e mostra o elo fraco antes que o atacante o use.
Laudo de diligência imutável — e correção comprovada
Timestamping ICP-Brasil, registro em blockchain e trilha de auditoria completa: evidência que se sustenta em fiscalização, não declaração de boa-fé. E o loop fecha: após a correção, os agentes revalidam o vetor — você responde à ANPD com prova sobre dado sensível, o padrão mais alto, e encurta a resposta a incidente.
Sem ameaçar a disponibilidade do atendimento
Assessment de baixo risco, no escopo que você autorizar, respeitando a continuidade do cuidado — a prioridade da IA é pelo impacto no atendimento e no dado sensível, com a exploração validada. A segurança não compete com o cuidado: você eleva a proteção sem risco à operação clínica.
Conecta com as ferramentas que você já usa
SIEM, atendimento, colaboração e mensageria — sem desenvolvimento.
Empresas que transformaram sua operação


Consolidamos a operação de TI e o monitoramento de conformidade numa plataforma só. O que exigia várias ferramentas e planilhas hoje tem rastreabilidade completa — e a visibilidade para auditoria mudou de patamar.
Érito Neto
CPTO — Diretor de Produto & Tecnologia · OZ Câmbio


O atendimento de TI deixou de viver em e-mail e planilha. Chamados, SLA e ativos passaram a andar juntos e o time parou de apagar incêndio. O suporte em português e o contexto brasileiro fizeram diferença real.
Giovandro Reis Tavares
Diretor de Negócios · View FS


Como instituição regulada, precisávamos de controle e rastreabilidade de verdade na operação de TI. Centralizar chamados, ativos e conformidade em uma plataforma só nos deu a governança e a visibilidade que a diretoria e os reguladores exigem.
Rafael Ferrão, CFA
Managing Director — Diretor de Negócios · Banco Caixa Geral Brasil
As perguntas que todo DPO e diretor de TI fazem — respondidas.
Testar não vai afetar o atendimento?
Não. O assessment é de baixo risco, conduzido no escopo que você autorizar e respeitando a disponibilidade do atendimento — sem tocar sistemas assistenciais em produção fora do autorizado. Você vê a exposição provada sem risco à operação clínica.
LGPD não é assunto do jurídico e do DPO?
A adequação documental é metade do trabalho. A ANPD fiscaliza a exposição técnica real — subdomínios abertos, APIs sem proteção, um usuário acessando o dado de outro, credenciais vazadas. O Defender360 prova que as medidas de segurança existem e funcionam, e entrega ao jurídico e ao board a evidência que uma política em PDF não sustenta.
Já temos consultoria de adequação e passamos por auditoria.
A foto de um dia não cobre o ano. Entre auditorias, cada nova integração e cada release reabre risco — e o relatório de adequação envelhece na gaveta. O Defender360 mantém a diligência viva e provada o ano todo: reavalia sozinho a cada mudança e revalida cada correção.
Nosso sistema é do fornecedor — a segurança não é com ele?
O dado é seu, e a responsabilidade perante a ANPD e o paciente também. Se o fornecedor do prontuário ou do laboratório expõe uma porta, o risco é herdado por você. O Defender360 avalia essa cadeia de terceiros e mostra o elo fraco antes que o atacante o use.
Ver a plataforma exige instalar algo ou liberar acesso?
Não. A demonstração acontece em ambiente de exemplo — você vê a plataforma e o laudo de diligência de perto sem instalar nada, sem liberar nenhum acesso e sem tocar em sistemas assistenciais em produção. Uma avaliação no seu próprio ambiente só acontece quando (e se) você decidir avançar.
Prove que o dado do seu paciente está protegido — antes que alguém prove o contrário.
Na saúde, cada hora de sistema parado é atendimento comprometido e cada dado sensível exposto é uma notificação esperando para acontecer. Em uma demonstração, você vê como o Defender360 mapeia a superfície de dados de saúde, prova o acesso indevido antes do incidente, prioriza pelo impacto no atendimento e transforma cada teste em evidência de diligência — imutável e pronta para o board e a ANPD.
Se a sua evidência hoje é um relatório de adequação envelhecendo na gaveta, você sai da conversa sabendo exatamente o que mudar. Nos dois cenários, você troca "achamos que estamos em conformidade" por prova — sem ameaçar o atendimento.
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