O que é a Resolução BCB nº 538?
A norma de segurança cibernética que instituições reguladas pelo Banco Central precisam atender.
A Resolução BCB nº 538 é uma norma do Banco Central do Brasil voltada à segurança cibernética e à resiliência operacional das instituições sob sua regulação, como instituições de pagamento e demais autorizadas. De forma geral, ela reforça a exigência de uma política de segurança cibernética, tratamento e comunicação de incidentes e adoção de controles proporcionais ao porte e ao risco da instituição.
O que você precisa saber
- Aplica-se a instituições reguladas pelo Banco Central, com requisitos proporcionais ao porte e ao perfil de risco.
- Reforça a necessidade de política de segurança cibernética formal e de governança sobre o tema.
- Trata do ciclo de incidentes: prevenção, detecção, resposta e comunicação ao regulador.
- Testes e avaliações de segurança periódicos ajudam a demonstrar a adequação dos controles.
Como o Defender360 aplica
- O Defender360 Security apoia os requisitos de teste e avaliação com pentest contínuo e scanner de vulnerabilidades, que produzem evidência técnica do estado de segurança.
- A operação de SOC 24/7, EDR e monitoramento sustenta a detecção e a resposta a incidentes.
- Os relatórios e laudos servem de evidência para o processo de conformidade da instituição.
Perguntas frequentes
A quem se aplica a Resolução BCB nº 538?
A norma se dirige a instituições reguladas pelo Banco Central do Brasil (como instituições de pagamento e demais autorizadas), com exigências proporcionais ao porte e ao risco de cada uma. Para saber exatamente como ela se aplica ao seu caso, consulte o texto oficial da resolução e sua assessoria de compliance.
Como um pentest ajuda na conformidade com o Banco Central?
Requisitos de segurança cibernética costumam prever testes e avaliações periódicas dos controles. O pentest e o scanner de vulnerabilidades produzem evidência técnica das falhas e do estado de segurança do ambiente, o que apoia a demonstração de adequação.
Por onde começar a me adequar?
Um bom ponto de partida é mapear a superfície de exposição (ativos, vulnerabilidades e credenciais expostas), estruturar a política e o processo de incidentes, e estabelecer uma rotina de testes de segurança. Uma avaliação inicial ajuda a priorizar o que é mais crítico.